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27 maio 2013
Tráfego aéreo de pássaros causa mortes em Congonhas
Os moradores do entorno do aeroporto de Congonhas tiveram uma surpresa ao acordar nessa manhã. Eles se depararam com uma grande quantidade de pássaros mortos pelas calçadas e ruas da cidade. Sem saber o motivo, surgiram boatos de que os animais morreram por conta da poluição do ar, fato que logo depois foi desmentido pela polícia. Via disque denúncia, uma voz que se dizia ser um papagaio informou que os pássaros haviam morrido por conta do tráfego aéreo. Segundo ele, muitos pássaros faziam a migração do Sul do país para o litoral nordestino por conta da chegada do outono quando tiveram de enfrentar um longo tráfego aéreo. Sem poder passar ou sequer pousar pela cidade de São Paulo ficaram circulando pelo território até que o congestionamento de muitos quilômetros impediu qualquer movimento. Impedidos de voar, foram obrigados a parar e caíram ao solo causando as mortes.
Ainda não se sabe a quantidade de vítimas, mas já se estuda a possibilidade da criação do rodízio de pássaros: em dias pares voam andorinhas e em dias ímpares voam gaivotas, fato que vem irritando os urubus que alegam privilégios e segregação racial entre as espécies.
19 agosto 2012
boa solidão
Ontem tive um dos melhores dias de solidão.
Fui dirigindo pela Lagoa, olhando aquela bela vista, seguindo os carros, no rádio canções aleatórias da mpb. Todas aquelas pessoas passeando e os barcos navegando e as luzes da cidade circulando naquele lugar tão belo.
Depois, no caminho de subida da serra, também ouvindo música, fui olhando os prédios, as casas, os letreiros dos motéis e as luzes do polopetroquímico, aeroporto e postos de gasolina. A vida fazendo sentido, pouquinho, mas fazendo.
Mais tarde, em Petrópolis, sentar num bar, pedir uma coca-cola e um pastel e olhar atentamente a cada pessoa fazendo de tudo pra se divertir com seus copos de cervejas. Olhar o mundo com uma distância complascente e consciente. E olha, como era belo.
Depois encontrar uns poucos amigos e tomar umas duas ou três cervejas, pensando na gente, na nossa amizade, na nossa cultura, nosso país.
Por fim, ouvir levemente o som de uma banda que me inspira uns sentimentos muito bonitos que costumo guardar. Quantas belas canções, quantos bons amigos e quanto carinho por aí.
Vou pra casa a pé, sozinho, vendo uma semi-neblina às 3 da manhã e estou feliz. Completamente feliz.
Como pode? Ás vezes, de vez em quando, pode sim.
Fui dirigindo pela Lagoa, olhando aquela bela vista, seguindo os carros, no rádio canções aleatórias da mpb. Todas aquelas pessoas passeando e os barcos navegando e as luzes da cidade circulando naquele lugar tão belo.
Depois, no caminho de subida da serra, também ouvindo música, fui olhando os prédios, as casas, os letreiros dos motéis e as luzes do polopetroquímico, aeroporto e postos de gasolina. A vida fazendo sentido, pouquinho, mas fazendo.
Mais tarde, em Petrópolis, sentar num bar, pedir uma coca-cola e um pastel e olhar atentamente a cada pessoa fazendo de tudo pra se divertir com seus copos de cervejas. Olhar o mundo com uma distância complascente e consciente. E olha, como era belo.
Depois encontrar uns poucos amigos e tomar umas duas ou três cervejas, pensando na gente, na nossa amizade, na nossa cultura, nosso país.
Por fim, ouvir levemente o som de uma banda que me inspira uns sentimentos muito bonitos que costumo guardar. Quantas belas canções, quantos bons amigos e quanto carinho por aí.
Vou pra casa a pé, sozinho, vendo uma semi-neblina às 3 da manhã e estou feliz. Completamente feliz.
Como pode? Ás vezes, de vez em quando, pode sim.
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